Carlos Tomé

O escritor nasceu em Ponta Delgada, em 26 de outubro de 1951, tendo iniciado a sua carreira profissional de jornalista em 1969, no jornal “Diário dos Açores”, transitando, em 1976, para a RTP-Açores, que abandonou em 2007, após ter sido Chefe de Serviço Adjunto de Programas e Diretor de Informação. Foi Chefe de Redação do…

O escritor nasceu em Ponta Delgada, em 26 de outubro de 1951, tendo iniciado a sua carreira profissional de jornalista em 1969, no jornal “Diário dos Açores”, transitando, em 1976, para a RTP-Açores, que abandonou em 2007, após ter sido Chefe de Serviço Adjunto de Programas e Diretor de Informação. Foi Chefe de Redação do semanário “Jornal de Ponta Delgada” e repórter-correspondente nos Açores dos jornais “A Capital” e “Expresso”.
Foi dirigente nacional do Sindicato dos Jornalistas e assessor para a Comunicação Social do Presidente do Governo dos Açores, Carlos César, entre 2007 e 2012, e do Vice-Presidente, Sérgio Ávila, entre 2012 e 2016. Ganhou, em 1989, a primeira edição do “Prémio Açores”, com A Geração Esquecida, uma grande reportagem sobre a importância dos açorianos no povoamento do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, tornando-se, desde essa data, admirador confesso da História, das gentes e da cultura do estado gaúcho.
Foi ainda agraciado, em 2011, com a Medalha da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e é Cidadão Honorário de Porto Alegre desde 4 de agosto de 2011. Publicou, em 2002, “A Noite dos Prodígios e outras histórias” (livro de contos, editora Salamandra) e, em 2007, “Morreremos Amanhã” (um romance que tem como pano de fundo a guerra colonial portuguesa, editora Artes e Letras). Participou, em 2007, na antologia “Contos de Algibeira” (editora Casa Verde, Porto Alegre, Brasil) e, em 2008, na coletânea “MAGMA”.